Delegação soma medalhas individuais, dobradinhas históricas no sabre e presença constante nas fases decisivas
O Brasil encerrou sua participação no Pan-Americano Cadete e Juvenil de Esgrima com campanhas consistentes nas disputas por equipes e um saldo expressivo de medalhas nas provas individuais ao longo da competição.
No último dia, dedicado às equipes juvenis, a espada masculina foi o melhor resultado coletivo do país. Representado por Matheus Brandt, Guilherme Dubiel, Henrique Augusto e Pedro Rocha, o Brasil venceu Porto Rico por 45-17 no quadro de 16 e superou o Panamá por 45-34 nas quartas de final. Na semifinal, a equipe foi derrotada pelo Canadá por 45-32, encerrando a competição na 4ª colocação geral.
No florete feminino por equipes, o Brasil — com Marina Morais, Livia Burberry, Julia Grahl e Valentina Basso — abriu a campanha com vitória dominante sobre El Salvador por 45-9. No quadro de 8, enfrentou o Peru em duelo equilibrado, mas acabou superado por 45-37, finalizando a competição em 5º lugar.
Já no sabre feminino por equipes, a equipe formada por Stella Santos, Ana Beatriz Fraga e Camila Vieira avançou diretamente ao quadro de 8 como cabeça de chave (BYE). No confronto contra Porto Rico, o Brasil fez disputa acirrada, mas foi superado por 45-41. A equipe fechou o torneio na 5ª colocação geral.
Os resultados coletivos coroam uma semana marcada por protagonismo brasileiro nas provas individuais.
Na categoria cadete, o grande destaque foi a dobradinha no sabre masculino, com ouro de Vince Liu e prata de Marcus Pinto. No florete feminino, Valentina Basso conquistou o bronze.
Já no Juvenil, o sabre voltou a ser protagonista. Vince Liu e Marcus Pinto repetiram o feito e novamente dividiram o pódio, protagonizando duas dobradinhas em duas categorias distintas. O Brasil ainda conquistou bronze com Matheus Brandt, na espada masculina, e com Ana Beatriz Fraga, no sabre feminino.
Ao longo dos dias de competição, a delegação brasileira acumulou presenças em semifinais, quartas de final e quadros decisivos, tanto no individual quanto nas equipes, confirmando a força da base nacional no cenário continental.
O Pan-Americano termina com múltiplos pódios, campanhas competitivas e a consolidação de uma geração que já demonstra protagonismo nas categorias de formação.
