Juvenis são os primeiros a irem para a pista, nas disputas individuais da primeira competição internacional de base da modalidade em 2021

 

 

Equipe brasileira de sabre, no Egito

2 de abril de 2021.

Por: Fato&Ação Comunicação

A primeira competição internacional das categorias de base da esgrima em 2021 começa neste sábado (3). O Campeonato Mundial Cadete e Juvenil acontece na cidade do Cairo, no Egito, envolto em uma série de cuidados já tradicionais para competições em formato de “bolha”, tentando minimizar ao máximo o risco da contaminação por Covid-19.

A primeira equipe a ir para a pista é a de sabre. Neste sábado, é a vez das disputas individuais no juvenil, começando às 3h30 (de Brasília) para as meninas e 7h para os rapazes. No domingo, acontecem as disputas individuais da categoria de cadetes, enquanto a disputa por equipes juvenis será realizada na segunda-feira. O processo se repete com a mesma ordem no florete (6 a 8/4) e na espada (9 a 11/4).

O Brasil está bem representado neste sábado. Isabela Chen, Luana Pekelman e Pietra Chierighini são as atletas da equipe feminina, com Matheus Becker, Renato Saliba, Marcos Gomez e Gabriel Vasques no masculino. Alguns destes já se destacam em competições nacionais adultas e até já participaram da Copa do Mundo em março, casos de Becker, Luana e Pietra. Rodrigo Baldin e Alkhas Lakerbai são os técnicos.

A qualidade apresentada pelos meninos brasileiros se reflete no chefe da equipe brasileira, mestre Alexandre Teixeira. Ele acredita que o país tem um grupo jovem e talentoso, e aguarda por bons resultados no Egito.

“É uma geração muito nova. No masculino, por exemplo, temos três cadetes que vão jogar o juvenil. A gente tem uma grande esperança neles. Eles têm boa qualidade de esgrima e são focados, o que é muito importante. No feminino, temos a Luana e Pietra muito fortes, além da Isabela, que é mais nova e faz seu primeiro Mundial. Acho que a gente pode fazer um bom resultado em relação a outros Mundiais. Os nossos mais fortes já têm experiência e os mais novos já disputaram Sul-Americanos e Pan-Americanos”, analisa.

Após serem liberados com resultados negativos para a Covid-19, todos treinaram no local do torneio. A emoção de voltar a uma disputa após um ano de paralisação também tomou conta dos garotos.

“A gurizada está bem animada. Eles tiveram muita emoção ao conhecerem o local onde vão competir. O sentimento é o melhor possível”, reconhece Teixeira.

 

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