Brasil encerra participação na Copa do Mundo de Paraesgrima em Pisa com bronze de Jovane Guissone

Jovane Guissone Mundial de Paraesgrima Espada B bronze etapa de Tailândia da Copa do Mundo de paraesgrima

O Brasil encerrou neste sábado (22) sua participação na etapa da Copa do Mundo de paraesgrima, disputada em Pisa, na Itália. No último dia de competição, seis atletas brasileiros entraram em ação nas provas de espada A, espada B e sabre A.

O melhor resultado da delegação na primeira etapa internacional da temporada foi a medalha de bronze conquistada por Jovane Guissone no florete B masculino, no dia de abertura do torneio.

Espada A: Kevin Damasceno e Moacir Ribeiro param no quadro de 32

Na Espada A, Kevin Damasceno e Moacir Ribeiro representaram o Brasil na disputa iniciada às 5h (horário de Brasília).

Ambos avançaram ao quadro eliminatório, mas foram superados na fase de 32, encerrando a participação brasileira na prova ainda nas primeiras rodadas do mata-mata.

Espada B: Jovane Guissone avança às oitavas

Na Espada B, três brasileiros entraram em ação: Jovane Guissone, Vanderson Chaves e Izaias Monteiro.

Vanderson e Izaias foram eliminados no quadro de 32.

Já Jovane conseguiu avançar ao quadro de 8, mas foi eliminado pelo britânico Dimitri Coutya por 15 a 4, o mesmo adversário que o havia eliminado no florete B.

Sabre A: Fabiana Soares é eliminada no quadro de 32

Entre as mulheres, Fabiana Soares competiu no Sabre A, mas foi superada no quadro de 32, encerrando sua campanha na etapa italiana.

Brasil fecha primeira etapa internacional da temporada

A Copa do Mundo de Pisa marcou a abertura do calendário internacional da paraesgrima em 2026. Ao todo, sete atletas representaram o Brasil na competição, disputando provas nas três armas: florete, espada e sabre.

Além do bronze de Jovane no florete B, resultado que confirma sua permanência entre os atletas competitivos da elite internacional, a delegação brasileira apresentou um padrão consistente de classificação aos quadros eliminatórios principais.

Em praticamente todas as armas disputadas, o Brasil colocou atletas no quadro de 32, demonstrando regularidade nas fases de poules e competitividade suficiente para avançar ao mata-mata. O desafio observado na etapa italiana esteve na conversão desses confrontos eliminatórios em presenças mais profundas na chave, como quartas de final e semifinais.

A medalha de Jovane, aliada à presença constante de brasileiros nas fases eliminatórias, indica um início de temporada sólido, com margem clara de evolução ao longo do circuito internacional.

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