O ATLETA, SUA FUNÇÃO SOCIAL E SUAS EMOÇÕES OLÍMPICAS

Por ALBERTO MURRAY NETO, Advogado e Presidente do Conselho de Ética do Comitê Olímpico do Brasil

 

Para chegarmos ao propósito maior sobre a análise dos Jogos Olímpicos, devemos, obrigatoriamente, percorrer um caminho mais amplo, de análise profunda função social do atleta. Uma análise psicológica da evolução do esporte e do esportista na nossa sociedade e o seu desenvolvimento real através do tempo.

 

No final do século XVIII, a sociedade mais aristocrática via no atleta um elemento pernicioso  ao meio. Dizia-se ser o atleta um desocupado, sem ânimo para pensar e sem disposição para trabalhar. Este pensamento atrasado que prevaleceu no Brasil, marginalizou o atleta e é responsável, até hoje, por certas dificuldades que enfrentamos, pois colocou o esporte brasileiro pelo menos uns cinqüenta anos atrasado com relação às nações mais adiantadas. Está sendo difícil recuperar  aquele tempo perdido e a luta que enfrentamos hoje ainda sofre reflexos daquela época.

Mas com o passar do tempo, a sociedade passou a aceitar o esporte como fator de utilidade real na formação da personalidade do indivíduo. O atleta, como um expoente desse novo pensamento, passou a ser visto como um elemento propagador da educação e da cultura. O conceito originário transformou-se. O esporte deixou de ser somente uma forma de entretenimento. Passou, sim, a fazer parte de uma estrutura social e os atletas devem ser encarados com fundamental importância e senso de alta responsabilidade.

Até hoje, tudo aquilo o que se alcançou, representa o produto de um esforço empreendido com o propósito de se edificar o esporte com bases racionais. O esforço individual do atleta abnegado não teve, como logicamente não poderia ter, o cunho de uma organização a nível nacional, organização esta que somente seria possível obter-se desde que fossem concedidos meios para tal. O que eu quero dizer, resumidamente, é que, em tese, o esporte brasileiro aproveitou o que melhor possui, mas, em boa fé, não poderá dizer que os frutos colhidos foram objeto de uma planificação orientada, de uma estrutura consolidada. Isto quer dizer, fundamentalmente, que o esporte brasileiro tem sobrevivido através do esforço individual dos atletas e de alguns dirigentes que, remando contra uma séria de fatores, conseguem levar adiante o seu propósito. Isso é importante em primeiro lugar, para compreender, então, a importância do atleta nesse contexto, como sustentáculo do edifício e, em segundo lugar, para visualizar um pouco melhor os motivos das nossas condições atuais.

Entendo que a figura do esportista é fruto da transformação pela qual o homem passou desde o seu início. Veio do nada e, assim, teve de lutar. E foi lutando que evoluiu. Quando não mais foi necessário empenhar-se nesse combate sem quartel, pela defesa de sua própria sobrevivência, o homem continuou sentindo, como herança de seu passado, a necessidade da luta. A inteligência, os músculos e os nervos guiaram-no. E foi assim, de transformação em transformação, que o homem atingiu esse magnífico estágio de aperfeiçoamento que tanto valoriza a espécie humana, distinguindo-a e destacando-a. E a fim de aperfeiçoar-se mais ainda, o homem permanece lutando em busca de um padrão biologicamente uniforme. É verdade que hoje é um novo mundo, um cenário completamente diverso do anterior, mas continua lutando, sempre preparado para o constante desafio da vida. O esporte – e a figura do atleta – entra justamente como elemento de equilíbrio no conflito resultante dessa contingência.

E aí está a importância do atleta, como um elemento distintivo e destacado da espécie humana. Como alguém que soube aliar todas as possibilidades da sua condição humana, físico e mente, no desenvolvimento da sua personalidade, tornando-se, assim, um exemplo para os seus semelhantes. Os atletas são, portanto, seres superiores. Isto lhes dá extrema responsabilidade de líder, de exemplo a ser seguido. Exemplo este que faz parte de um comportamento, de atitudes e gestos que devem diferenciá-los das pessoas normais. Feito esse quadro, passarei a analisar determinadas questões importantes e polêmicas que fazem parte do cotidiano do atleta e que se relacionam diretamente com a questão do exemplo anteriormente mencionado.

O Brasil sofreu transformações sócio-econômicas muito profundas, as quais vieram por alterar de maneira significativa a vida de todos os cidadãos. Principalmente nos últimos trinta anos, as pessoas foram obrigadas a novas obrigações e deveres. O atleta sofreu as conseqüências dessas transformações e foi, paulatinamente, perdendo as condições mais elementares de um programa de preparação individual. As condições econômicas do país exigiram um sobresforço de cada um. E o atleta, que não fugiu a essa regra, viu tornarem-se cada vez mais exíguas as possibilidades de conciliar a sua vida esportiva com outra atividade qualquer. A atrofia do nosso complexo viário frente ao crescimento de uma cidade como São Paulo,  por exemplo, dificultou o fluxo daqueles que, após o trabalho, buscavam os clubes para exercerem as suas atividades de treinamento. Os próprios clubes, envolvidos nesse cenário, dificultaram o acesso aos seus quadros associativos dos mais pobres. E foi assim que, num dado instante, com o início da interferência da empresa no esporte, desenvolveu- se no Brasil a questão e a ideia do profissionalismo puro. Ou seja, em face dos fatos narrados anteriormente, torna-se praticamente impossível persistir naquele caminho. Os atletas, que até então participavam do esporte por prazer, até mesmo por uma contingência da evolução dos tempos, viram- se   obrigados   a   optar   definitivamente   por   um caminho. E foi o que ocorreu. O atleta de hoje, principalmente o olímpico de alto rendimento, em nível mundial, não é mais o atleta de antigamente. Por motivos imperiosos, passou a viver exclusivamente da sua atividade esportiva, praticamente sem tempo para outras atividades. No entanto, apesar disso, o atleta não pode se esquecer que, acima de tudo, o esporte deve cumprir com a sua função social. O esporte tem por escopo ser um caminho de integração do homem à sociedade, fazendo com que aquele que o pratique passe a ser um elemento cada vez mais útil aos seus semelhantes. E o atleta que quiser sê-lo no sentido mais rígido da palavra, não poderá perder de vista este princípio. O atleta deve ser consciente que o seu período competitivo, se comparado com o período de toda a sua vida, é relativamente curto. E que se durante esse período competitivo ele não procurar um espaço de tempo, por menor que seja, para desenvolver outra atividade, ele poderá encontrar sérias dificuldades no futuro. O atleta que se dedicasse tão somente à prática do seu esporte, correria o risco de, encerrada a sua carreira, tornar- se um elemento sem muita utilidade à sociedade, visto que não saberia exercer outra atividade cujo próprio corpo não lhe permite mais fazê-la. O esporte, nesse caso, estaria contrariando os seus próprios princípios. Os atletas, como elementos destacados da espécie humana, estariam contrários a essa condição superior. Tudo isso está ligado à questão do exemplo. E compreendo que as condições no Brasil não viabilizam facilidades para tal, mas o atleta que conseguiu superar esse obstáculo, tenham certeza, estará não somente cumprindo com o seu importante papel social, como estará, também, ganhando alguns pontos na luta sadia travada nos campos de esporte e, principalmente, no combate pela própria sobrevivência.

Outro ponto fundamental a ser abordado diz respeito ao uso criminoso de substâncias tóxicas que certos atletas vêm utilizando para obtenção de resultados. Isso tem prejudicado não só o meio esportivo, o relacionamento entre os atletas, técnicos e dirigentes, mas também tem prejudicado a imagem que a sociedade sempre fez dos desportistas. Os atletas, em razão de casos constantes de doping, que sempre foram elementos propulsores da educação e da cultura, passaram a ser vistos por alguns como exemplo negativo. Isto é horrível. A coisa, até certo ponto isolada, generalizou-se de tal forma que muitos passaram a acreditar que o uso do “dopping” é uma prática normal e necessária ao treinamento do atleta. Outra vez a questão do exemplo. No meu entender, essa matéria está diretamente associada ao ponto anterior, do profissionalismo exacerbado e sem conseqüências. O atleta deve refletir sobre as cifras milionárias que, muitas vezes, possam estar ao seu alcance. O atleta deve saber ganhá-las, mas sempre com ponderação. Sempre meditando sobre sua condição de atleta, de exemplo, e de sua importância para o meio. É justamente essa falta de ponderação que traz conseqüências desastrosas para o esporte.  Muitos    atletas  não  medem conseqüências para atingir seus objetivos financeiros milionários e, sentindo a necessidade de serem cada vez mais valorizados, recorrem às substâncias dopantes, maléficas ao organismo, que nada tem a ver com a filosofia do esporte. Esses elementos devem ser eliminados definitivamente do meio esportivo. O esporte é uma propaganda para  a vida e não meio de morte.

O esporte nos ensina muitas coisas. Ensina-nos, por exemplo, que numa disputa, o importante nem sempre é vencer; que vencer não quer dizer chegar na frente, mas que a própria auto-superação de nossos limites já significa uma vitória; ensina-nos, também, a sermos disciplinados; a respeitarmos nossos adversários; a termos garra e perseverança; ensina-nos a sermos tolerantes com os nossos próprios companheiros; mas ensina-nos, sobretudo, a manter o ânimo sereno em qualquer circunstância, seja ela de alegria ou infelicidade. São essas coisas, que aprendemos nos campos de esporte, no convívio diário com os nossos companheiros, que devemos aplicar à nossa vida prática, disseminando essa filosofia entre a sociedade em geral. O Olimpismo é uma filosofia de vida. E o papel do atleta é essencial para isso. O atleta não é somente quem fortaleceu os músculos através da prática de um grande esporte. Mas, sim, quem soube entender todo esse conjunto de fatores e, a partir deles, lugar pela construção de um mundo melhor. Repito, o atleta deve ser o exemplo de diversas orientações.

Os Jogos Olímpicos representam a festa máxima do desporto mundial. É o ápice de tudo isso que falamos até agora. Reúne-se para disputá-lo a juventude mais sadia de todo o mundo. Acredita-se serem aqueles que melhor conseguiram corresponder às expectativas. São o exemplo do exemplo. Aqueles que souberem melhor cumprir o seu papel e deixaram de ser paradigma somente de sua própria nação, para assim o serem de todo o universo. E esta é justamente a emoção que deve sentir o atleta que passa a integrar essa nata. Sentir que, ao chegar ali, o atleta superou todos os obstáculos para tal, de qualquer natureza, e que soube cumprir com dignidade o papel que a condição de esportista lhe conferiu. A participação nesses jogos vem por coroar a sua carreira. A responsabilidade do atleta que atingiu tal nível é tão grande que o obriga a redobrar o seu senso de responsabilidade. Vocês bem podem notar a tamanha influência que um campeão olímpico exerce sobre o seu povo. Todas as atenções voltam-se para a sua figura não somente como atleta, mas como cidadão comum. Num instante em que as pessoas estão desacreditadas de seus líderes, o surgimento da figura de um campeão olímpico, límpida e sadia, passa a significar uma nova esperança para a humanidade. É assim que a sociedade encara estes heróis.

De qualquer maneira, as raízes da nossa vida atlética estão construídas de acordo com o pensamento de uma geração que desenvolveu a sua filosofia sob a influência do romantismo, que enxergou na figura de Pierre de Coubertin o expoente de uma doutrina que catalisou consciências que se mantiveram acessas até meados do novo século. Os atletas dessa geração revelaram-se, muitas vezes, extraordinários.

Inegáveis as contribuições dos pioneiros, olímpicos em sua essência, quando o esporte nada mais era do que uma pura profissão de fé. Atletas como Afrânio Costa, Guilherme Paraense, Sylvio de Magalhães Padilha, Lúcio de Castro, José Telles da Conceição, Adhemar Ferreira da Silva, Piedade Coutinho e Maria Lenk elevaram, em épocas duríssimas, sem quaisquer recursos, o nome do Brasil aos patamares do olimpo, em tempos remotos e em época que nosso País vivia praticamente isolado do mundo na área esportiva; e em muitas outras. Para muita gente isso pode parecer coisa do passado. Mas o que eu vou narrar agora é excelente para ilustrar a questão do exemplo, pela qual eu tanto me bati até agora, que se perpetuou através dos tempos. Talvez alguns conheçam a história do marinheiro Adalberto Cardoso nos Jogos da X Olimpíada, realizados em Los Angeles, em 1932. A viagem da delegação brasileira àquela Olimpíada, a bordo do navio “Itaquicê”, pelas suas adversidades, acabou entrando para a nossa história como um folclore.

Parte dos atletas desembarcou na cidade em que se realizaram os jogos, mas outra parte, entre os quais o marinheiro Adalberto Cardoso, foi obrigada a seguir para São Francisco porque não havia dinheiro para pagar a taxa de desembarque de toda a equipe. Lá chegando, cioso de suas responsabilidades, o marinheiro decidiu-se ir a Los Angeles a fim de tomar parte na grande competição. Sem recursos e sem apoio de ninguém, o marinheiro cruzou os cerca de quatrocentos quilômetros que separam as duas cidades pedindo carona e, até mesmo a pé, chegando ao estádio olímpico poucos minutos antes da prova. Sem aquecimento apropriado, o marinheiro competiu na prova dos dez mil metros, classificando-se em último lugar. No entanto, o público tomando conhecimento de sua história, aplaudiu de pé o atleta brasileiro e a imprensa local o qualificou como “Homem de Ferro”. Essa geração, portanto, embasada nos princípios da “Carta Olímpica” deixou exemplos que nunca serão esquecidos e que devem ser preservados.

Sujeitando-se a todas as dificuldades sem qualquer preocupação financeira. Repito, talvez alguns achem que isso é coisa do passado. Mas eu gostaria de terminar dizendo que, enquanto houver na consciência dos atletas de hoje um espaço para o marinheiro Adalberto Cardoso, tenham certeza que, adaptado aos novos tempos, eles serão lembrados no futuro como os “marinheiros” da nossa época.

 

 

Sistema de Classificação Olímpica

A Coluna Ponto de Partida é dedicada aos temas Técnicos da Esgrima e, nessa primeira edição, iremos explicar como é o sistema de classificação olímpica para a esgrima.

Nos Jogos Olímpicos Tóquio 2020 a esgrima terá, pela primeira vez em sua história, as 12 competições na mesma edição, ou seja,  Espada, Florete e Sabre, para homens e mulheres nas provas individuais e por equipes. As provas estarão distribuídas em um calendário de 9 dias de competição, sendo 6 individuais e 3 por equipes. Em edições anteriores, havia um revezamento que deixava sempre duas provas por equipe de fora.

Para Tóquio 2020, a Federação Internacional de Esgrima determinou que as provas válidas para a classificação seriam realizadas no período de um ano entre 03 de abril de 2019 até 04 de abril de 2020. São no total de 6 competições satélites, 5 Copas do Mundo categoria A (provas individuais e equipes), 3 Grand Prix (somente provas individuais), um campeonato de regional (Regiões – América, Europa, Ásia/Oceania e África) e um Campeonato Mundial. Ufa!!!! muita coisa né? Um longo caminho para os nossos atletas.

Para entender o atual sistema de classificação olímpica, temos que levar em consideração que ele é feito através de duas maneiras: a classificação através das equipes e, em seguida, a classificação individual (ranking mundial individual e pré-olímpicos). A classificação por equipe é o primeiro critério a ser levado em consideração nos JO. Através dela são distribuídas as vagas para as provas em equipe e a maioria das vagas para as competições individuais

Classificação por Equipes:

Na classificação por equipes, são computados os pontos do somatório dos 6 melhores resultados dentre as 5 Copas do mundo (com peso 1,0), o Campeonato Regional (com peso 1,0) e o Campeonato Mundial (com peso 2,0).

Entram para os JO as equipes que, ao final do período de classificação determinado pela FIE, estiverem entre as 4 melhores do ranking mundial e a melhor de cada região que esteja classificada entre as 16 melhores equipes do mundo. Nada fácil, hein???
Caso uma região não tenha uma equipe classificada entre as 16 melhores do mundo, a vaga desta região vai para a melhor equipe no ranking mundial por equipes que ainda não estiver classificada, independente de região.

Com isto, entram 8 equipes por arma e gênero para a disputa dos Jogos Olímpicos. A classificação da equipe, significa, também, a garantia de 3 vagas para as provas individuais, ou seja: são classificadas 48 equipes e 144 atletas através desta disputa.

Classificação individual:

Na classificação através do ranking individual, é levado em consideração o somatório dos pontos dos seis melhores resultado dentre as provas Satélites (com peso 0,2), Copas do Mundo (com peso 1,0), Grand Prix (com peso 1,5), Campeonato Regional (com peso 1,0) e Campeonato Mundial (com peso 2).

O ranking de classificação Olímpico individual é feito após a retirada dos atletas dos países classificados pelo ranking mundial por equipes. Eita! complicou…

Após montado este ranking, os melhores atletas ranqueados das Regiões da América e da África e os dois melhores da Região Europa e Ásia/Oceania garantem sua vaga nominal para os JO. Desta forma, se classificam mais 6 atletas por arma/gênero somando mais 36 atletas à lista anterior.

A última oportunidade de garantir a participação nos JO é através dos Campeonatos Pré-olímpicos de suas Regiões. Na disputa desta competição, são retirados todos os atletas de países que já tem alguma vaga garantida nos outros critérios acima descritos. Nesta competição, o campeão garante sua vaga nominal para o tão sonhado Jogos Olímpicos.   Essa acho que foi mais fácil de entender…
Assim sendo, se classificam mais 24 atletas, sendo no total, 204 atletas selecionados para participar dos JO.

Pensa que acabou? Não…
Como forma de cortesia e, para garantir um público local dentro do legado do esporte, são ofertadas mais 8 vagas para o país organizador, perfazendo um total de 212 atletas nas disputas das sonhadas medalhas olímpicas.
Se o país organizador não utilizar alguma destas 8 vagas a ele destinadas, por ter classificado seus atletas pelos métodos acima descritos, a destinação dessa vaga será definida pelo Comitê Executivo da FIE.
Espero que tenha ajudado a entender um pouco mais sobre o sistema de classificação para os JO Tóquio 2020.

Na próxima edição tem mais…

CBE lança o prêmio Destaques 2019 para atletas

A premiação Destaques 2019 será conferida aos atletas com melhor desempenho durante o ano.

 

A CBE está instituindo, a partir deste ano, a premiação Destaques CBE, a ser conferida aos atletas, das diversas categorias que obtiverem o melhor desempenho nas competições do ano.

O objetivo dessa homenagem é reconhecer e enaltecer a dedicação e desempenho dos nossos atletas, estimulando-os a perseguir metas cada vez mais altas.

As regras para a seleção dos atletas foram:

ATLETA DESTAQUE DO CIRCUITO NACIONAL 2019

Categoria Adulta:
  • Maior somatório de pontos, considerando todas as cinco provas adultas no ano.
  • 4 Etapas do Circuito Nacional
  • Campeonato Brasileiro Interclubes
  • Critério de desempate: maior número de primeiros lugares, maior número de segundos lugares e assim por diante. Permanecendo o empate, os atletas empatados receberão a premiação.
    • Atleta Destaque 2019 Espada Feminina
    • Atleta Destaque 2019 Espada Masculina
    • Atleta Destaque 2019 Florete Feminino
    • Atleta Destaque 2019 Florete Masculino
    • Atleta Destaque 2019 Sabre Feminino
    • Atleta Destaque 2019 Sabre Masculino
Demais Categorias:
  • Maior somatório de pontos, considerando todas as provas da categoria no ano.
  • Critério de desempate: maior número de primeiros lugares, maior número de segundos lugares e assim por diante.
  • Maior número de atletas nas competições.
    • Atleta Destaque 2019 Juvenil
    • Atleta Destaque 2019 Cadete
    • Atleta Destaque 2019 Pré-Cadete
    • Atleta Destaque 2019 Infantil U13
    • Atleta Destaque 2019 Infantil U11
    • Atleta Destaque 2019 Infantil U9
    • Atleta Destaque 2019 Pré-veterano
    • Atleta Destaque 2019 Veterano 1
    • Atleta Destaque 2019 Veterano 2

Sendo um por categoria, independente de arma ou gênero, Juvenil, Cadete, Pré-Cadete, Infantil U13, U11, U9, Pré-Veterano, Veterano1 e Veterano2.

ATLETA DESTAQUE GERAL 2019

Haverá, ainda, uma premiação para o ATLETA DESTAQUE GERAL do ano em ambos os gêneros, independente da arma.

Serão, portanto, premiados:

  • Atleta Destaque Geral 2019 – Feminino
  • Atleta Destaque Geral 2019 – Masculino
  • Atleta Destaque Geral 2019 – Feminino – ECR
  • Atleta Destaque Geral 2019 – Masculino – ECR

As regras para a seleção dos Atletas Destaques Geral foram:

  • Melhor colocação no ranking mundial seguida de melhor classificação em provas oficiais da FIE e IWAS.

As homenagens serão realizadas durante as premiações dos vencedores dos Campeonatos Brasileiros Interclubes 2019, outubro, na cidade de Curitiba e, também, durante a realização dos Campeonatos Brasileiros Interclubes – ECR, novembro, na cidade de São Paulo.

CBE lança o Hall da Fama da Esgrima Brasileira

A  entidade concederá,  pela primeira vez, homenagem a personalidades que fazem parte da história da esgrima brasileira.

 

O Hall da Fama da CBE será concedido, nesta primeira edição, para seis homenageados que fazem parte da história da esgrima brasileira, contribuindo de forma destacada para a promoção e desenvolvimento do esporte no Brasil e no mundo.

A homenagem será dividida em 4 categorias  distintas, evidenciando os méritos de seus integrantes:

  • Categoria Dirigente Esportivo: Arthur Telles Cramer Ribeiro
  • Categoria Atleta:
    • Renzo Pasquale Zelio Agresta
    • Nathalie Marie Moellhausen
    • Jovane Guissone
  • Categoria Mestre D´Armas: Alexandre Alves Teixeira
  • Categoria Árbitro: Régis Trois de Ávila

Ricardo Machado, Presidente da CBE,  enfatiza  que essa iniciativa é apenas o início:

“Evidente que há outras pessoas a merecerem esta mesma honraria e até mesmo outras categorias a serem criadas para o futuro, inclusive em homenagens póstumas. Por tais motivos, a decisão de agora inaugurar o HALL DA FAMA DA CBE dividida naquelas categorias e de serem escolhidos os seus homenageados foi apenas um ponto de partida, com o intuito de mantermos viva a nossa memória esportiva.”

Na mesma ocasião  a CBE homenageará Eduardo Azeredo, Gerente de Esportes como Colaborador Emérito da CBE, pela dedicação e competência na condução de suas atividades profissionais.

O evento será realizado dia 05 de outubro, durante  os Campeonatos Brasileiros em Curitiba.

Acesse no anexo, um resumo da biografia dos homenageados.

BIOGRAFIA RESUMIDA DOS HOMENAGEADOS

Eleitos novos membros estatutários da CBE

A CBE já tem eleitos seus novos membros estatutários. A Eleição, feita parcialmente de forma digital e presencial na Assembleia Extraordinária realizada dia 21 de agosto, elegeu o representante das EPDs na Assembleia Geral e demais membros que formarão os novos conselhos de Ética, Técnico e de Administração.

“Essa eleição marca mais um passo da CBE rumo à modernização de sua gestão, essa pautada pela transparência e participação de todos os stakeholders da entidade,” afirma Ricardo Machado , presidente da CBE.

Os eleitos , que têm mandato até março de 2021 são:

Representante das EPDs na Assembleia Geral da CBE:
LUIZ CARLOS RIBEIRO DOS SANTOS FILHO –Sala São Jorge de Esgrima

Conselho de Administração:
SUZANA PASTERNAK KUZOLITZ – Federação Paulista de Esgrima – representante de Federação
ILDEFONSO PETRICH – Federação de Esgrima do Paraná – representante de Federação
CAROLINA MOREIRA – Esporte Clube Pinheiros – representante de EPD
ROBERTO PACHECO E SILVA – Club Athletico Paulistano – representante de EPD
PABLO SÉRGIO MANGIATERRA – membro independente

Conselho de Ética:
ANA PAULA DIMITROW GARCIA PEREIRA PORTUGAL
ELTON SHIMBO CARMONA
GIÁCOMO GUARNERA

Conselho Técnico:
FÁBIO DA SILVA LOUREIRO – Federação de Esgrima do Estado do Rio de Janeiro – representante de Federação
LUIZ CARLOS RIBEIRO DOS SANTOS FILHO – Sala São Jorge de Esgrima – representante de EPD
ALEXANDRE ALVES TEIXEIRA – técnico
ALKHAS LAKERBAI – técnico
CARLOS GUILHERME GIFFONI – técnico
EDUARDO ROMÃO GOMES – técnico
JORGE TUFFI DAHER JUNIOR – técnico
REGIS TROIS DE ÁVILA – técnico
RICARDO FERRAZI JUNIOR – técnico
EMERSON CORREA – técnico
JUAN RAMON VELÁSQUEZ FERNÁNDEZ – técnico